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Dez rotas preferidas pelos portugueses em 2018

4 Janeiro | 2019 | Goodyear

A Goodyear procura neste artigo identificar as dez rotas preferidas pelos portugueses em 2018, as que vocês mais procuraram no nosso blog. Venha daí!

Quais foram os destinos dos turistas portugueses em 2018? A Goodyear procurou identificar as 10 rotas preferidas pelos leitores durante o ano que acaba de terminar. A mítica Estrada Nacional 2 foi uma das rotas que mais gozo nos deu fazer. Foram centenas de quilómetros de passeio. Também procurámos identificar estações de comboio desativadas, cujos espaços foram transformados para serem utilizados nos dias de hoje.

O enoturismo é outro convite a conhecer o país de uma forma alternativa, com base no vinho. Aproveitámos as vindimas para visitar os locais. Ainda andámos pelas praias a norte de Aveiro, em busca de iodo e de praias alternativas para ocupar os últimos dias de verão. Revisite-as agora.

No Algarve, fomos do Atlântico até à fronteira com Espanha, uma das mais deliciosas e belas estradas do país. Na ponta oposta do país fizemos a rota da Terra Fria Transmontana, de Bragança a Vinhais. Também no norte do país, procurámos identificar as melhores tascas e tasquinhas da região.

Na Rota da Bairrada fomos em busca da origem do vinho, acompanhados da gastronomia da região. No centro do país, fizemos a rota do Mondego, entre a Serra da Estrela e a Figueira da Foz vislumbrando paisagens inesquecíveis. Paisagens que poderá ver também, através das nossas descrições, na nossa rota de inverno.

Rota mítica da Estrada Nacional 2

Menos utilizada que as autoestradas que rasgam o país, a EN2 segue uma rota mítica. Assinalámos 10 pontos da estrada que continuam a ser de paragem obrigatória.

A EN2 é, cada vez mais, o equivalente à “route 66” (EUA) ou à “ruta 40” (Argentina) de Portugal. É uma estrada histórica, longa, esquiva, perigosa, exigente, mas também viciante com tudo o que há para ver. A Goodyear espreitou a Estrada Nacional 2, uma rota mítica. Tem origens noutras épocas, integra dezenas de pontos de interesse e todos podem ser considerados de “paragem obrigatória”.

São 738,5 quilómetros de comprimento, que atravessam onze rios, onze cidades e onze distritos (Vila Real, Viseu, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora, Setúbal, Beja e Faro). Passa por quatro áreas protegidas e por quatro monumentos considerados património da humanidade pela UNESCO e ainda quatro serras.

A nova vida das estações de comboio desativadas

As estações de comboio desativadas estão a ganhar uma segunda vida depois das linhas de comboio terem sido desativadas. Ecopistas, hotéis, espaços museológicos, sedes de organizações de turismo ou culturais. Tudo é possível. Assim, conheça alguns exemplos de norte a sul do país.

O tempo áureo das viagens de comboio, em que esta via era utilizada para chegar a zonas distantes do país já lá vai. Pode recordar toda a história no Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento.
Entretanto, um pouco por todo o interior do país, ao longo das centenas de quilómetros de caminhos-de-ferro que deixaram de ver os comboios passar. Há estações e apeadeiros desativados, facilmente identificáveis pela sua arquitetura, painéis de azulejos e, naturalmente, os vestígios de antigas linhas de caminho de ferro, as casetas – a casa do guarda de passagem de nível – ou depósitos de água que abasteciam as locomotivas a vapor. Mesmo em linhas ainda ativas existem estações desativadas.

11 destinos de enoturismo na região de Lisboa

Os 11 melhores destinos de enoturismo na região de Lisboa. Venha connosco. Nas nossas viagens pelo país fora, temos vindo a encontrar recantos encantadores. Do enoturismo, ao turismo rural, as quintas passaram a tirar partido das suas mais valias para proporcionar experiências memoráveis. É o caso das vindimas.

Já passou a época das vindimas, mas é sempre tempo para revisitar os locais que ao longo do ano vão mudando ao sabor das estações. Tornando curta uma história longa, que pode ler com mais detalhe no site da região http://www.vinhosdelisboa.com/Artigo_Classe.aspx?lang=pt&id_class=253&categoria=, coincide virtualmente com a antiga província da Estremadura, uma região com uma complexidade acentuada.

Tão complexa que daí resultam vinhos tão distintos como Sintra e Lisboa, Bucelas ou Lourinhã . Estas, no conjunto compõem a marca Vinhos de Lisboa, que integra 11 Denominações de Origem (D.O.) e várias Indicações geográficas (I.G.).

Praias do norte: rota pelas melhores praias a norte de Aveiro

Conhece as praias do norte do país? Acompanhe-nos numa viagem entre mais de uma dezena de praias de Caminha a Aveiro. Entre elas, Moledo, Apúlia, Aguçadora. Quem disse que as melhores praias ficam no Sul do país? Com uma linha costeira de aproximadamente 1800 quilómetros não faltam extensões de praias de norte a sul. Desta vez, ficamo-nos pelas praias do norte. Praias ricas em iodo, ondas e vento.

É certo, mas todas com a sua magia e particularidades. Extensos areais, dunas, perto ou longe dos centros urbanos. Há praias para todos os gostos acima de Aveiro.

Transalgarviana: Algarve da Costa Atlântica à fronteira com Espanha

Começando junto ao Atlântico e seguindo até à fronteira com Espanha, a rota Transalgarviana é uma delícia, uma das estradas mais bonitas do país com passagem por antigas aldeias. Assim, não percamos mais tempo. Conheça-a connosco!

Pode começar por Aljezur e rumar à fronteira ou por Alcoutim e seguir em direção a oeste. Em qualquer dos casos irá percorrer de lés a lés o interior da região mais a Sul de Portugal por uma das mais belas estradas do país. São quase 200 quilómetros entre a costa e a fronteira. Então, durante três dias poderá ziguezaguear pela serra de Monchique e perder-se na Serra do Caldeirão. As paisagens são deslumbrantes, o calor, aperta e, na generalidade do caminho, poderá olhar para o horizonte e ver o mar. Estará longe, mas perto, daquilo que melhor define o Algarve: as suas águas.
Opcionalmente, poderá optar pela Via Algarviana, a pé, ou em BTT, nem que seja como complemento da viagem. É, igualmente, o território do medronho e da sua aguardente suave e gulosa.

De Bragança a Vinhais: Rota da Terra Fria Transmontana

Através da Rota da Terra Fria Transmontana ficamos a conhecer o nordeste do país. De Bragança a Vinhais são 455 quilómetros por caminhos tradicionais, passando pelos municípios de Bragança, Miranda do Douro, Mogadouro, Vimioso e Vinhais. É nesta zona que melhor se fica a conhecer o nordeste do país. A Rota prolonga-se por 455 quilómetros de caminhos por entre o que de mais tradicional tem Portugal, incluindo, naturalmente, a gastronomia local. Assim, venha daí para um passeio pelo verão transmontano, e refresque-se nesta rota pela Terra Fria.

Prepare-se para ficar pelo menos cinco dias e ficar a conhecer uma das mais desconhecidas regiões do país. Para nos facilitar a vida, uma associação de municípios transmontanos promove uma rota marcada que nos ajuda a descobrir os tesouros mais bem guardados da zona.

Rota da Bairrada: em busca da origem do vinho

A Bairrada é uma região famosa pela sua gastronomia e pelo seu vinho. Nesta rota visitamos os principais pontos de origem do vinho da região.

Leitão da Bairrada e espumante. Será provavelmente esta combinação que lhe vem à memória quando se fala da Bairrada. Inicialmente famosa pelas águas e pelas termas, hoje é região em que a arte da vitivinicultura tem um peso significativo. A essa soma-se, ao longo do tempo, o enoturismo, os museus, os hotéis e muita restauração. Por isso, há muito a descobrir na Bairrada e o vinho é só uma desculpa.

Serra da Estrela à Figueira da Foz: rota do Mondego

Da Serra da Estrela à Figueira da Foz, uma viagem épica para esta primavera. Saiba o que ver, onde parar e o que comer nesta rota do Mondego. Venha connosco da Serra da Estrela à Figueira da Foz, por paisagens inesquecíveis. Pelo caminho, encontramos os sabores e vistas únicas da região e uma sucessão de surpresas e motivos de interesse. O companheiro de viagem é o Mondego, nas margens do qual também há destinos gastronómicos e até mergulhos para gozar. Vamos atravessar o centro do país e visitar 10 pontos imperdíveis entre a Serra da Estrela e a Figueira.

Ao longo de 250 quilómetros, o Rio Mondego atira-se do alto da Serra da Estrela para os braços do Atlântico. Faz fronteira entre Centro e Norte e liga a simplicidade do campo, a cidade intelectual e as areias da praia. No mesmo eixo temos queijo amanteigado, fado e uma clássica colónia balnear. Tudo faz parte do mesmo país, do mesmo Portugal ainda genuíno e bem vivo.

Rota de sabores do Norte: tabernas e tascas do Minho

“Comer bem” e “Tascas do Minho” são sinónimos do mesmo respeito pela gastronomia. Tascos, tasquinhas, tabernas e cafés regionais são parte da alma portuguesa. E, no que toca ao norte do país, as Tascas do Minho resultam sempre em saudade. É região onde se pratica uma cozinha de músculo e, à falta de melhor expressão, muito afirmativa. Há pesos pesados como a Cabidela e o Serrabulho, mas também desafios de menor envergadura. Muito diversificada, com os frutos que chegam do mar, do rio, da serra ou dos campos verdes da região, a gastronomia minhota presta-se a longas sessões à mesa. Vamos regressar a essa boa tradição e deixar-vos a nossa seleção de 7 tabernas e tascas do Minho. Sabores e gente genuína!

10 destinos para uma rota de Inverno

Também cai neve em Portugal e o Inverno é um convite a escapadelas à lareira. Conheça 10 destinos portugueses ainda mais belos com a chegada do frio!

Uma lareira quente, passeios na natureza ou desportos radicais: a neve em Portugal pode significar muitas coisas diferentes. Só há estruturas para a prática de esqui ou snowboard na Serra da Estrela, mas isso não quer dizer que não possamos apreciar a neve numa série de outros destinos. Só nas terras altas do interior, Minho, Trás-Os-Montes, Beira e Alto Alentejo, é que o frio chega aos níveis necessários. E, mesmo nesses casos, a sua visita poderá não durar mais do que um par de dias em cada ano. Apesar disso, quem quiser viver o frio e a beleza da neve tem muitas opções ao seu dispor em Portugal.

Good Year Kilometros que cuentan