10 erros básicos na manutenção do seu carro: o que não deve fazer

16 Julho | 2019 | Goodyear

Cuidar do nosso veículo é, em última instância, cuidar de nós próprios, porque o mais importante é a segurança na estrada. Para que essa segurança seja absoluta, devemos conservar o nosso veículo em perfeitas condições quer no que à mecânica diz respeito mas também do ponto de vista da limpeza. No fim, tem tudo a ver com o nosso conforto a bordo para nos centrarmos na condução. Na Goodyear, compilamos os erros de manutenção mais habituais que todos cometemos no nosso dia-a-dia. Venha conhecê-los!

Erros básicos na manutenção do carro

Atrasar um mês a revisão ou a mudança de óleo, não colocar peças originais ou conduzir de forma muito agressiva são algumas das coisas que podem afetar diretamente a vida útil do seu carro.

Conduzir com pneus irregulares

É o elemento que une o carro ao asfalto e, logo, deve estar sempre em perfeito estado. Cada automóvel leva pneus específicos que devem ainda possuir uma determinada pressão para obter o rendimento correto. Se não respeitamos essa pressão ou os deixamos ficar muito desgastados corremos o risco de perder aderência e reduzir o tempo de reação perante imprevistos, obstáculos na estrada ou mudanças nas condições atmosféricas. A manutenção dos pneus é um dos erros básicos que deve ter em conta na hora de cuidar do seu carro.

Não fazer manutenção atempada

Ninguém gosta de pagar as faturas da oficina nem, logicamente, as mudanças de óleo, filtros, etc. No entanto, é fundamental para que o nosso carro funcione perfeitamente, pelo que devemos cumprir os prazos indicados pelo fabricante se não queremos colocar em risco a segurança e evitar algumas das avarias mais frequentes. Acaba por sair mais barato mudar o óleo, o filtro ou qualquer outro elemento que tenha de ser substituído do que enfrentar uma avaria.

O mesmo acontece com as luzes de aviso: se alguma se liga, é melhor ir à oficina para ver o que se passa e encontrar rapidamente uma solução antes que possa afetar o motor ou outras zonas importantes do veículo.

Condução agressiva… ou demasiado tranquila

Se é daqueles que acelera e trava constantemente, temos uma má notícia para si: está a gastar muito mais dinheiro do que é necessário. Porque para além de estar a gastar mais gasolina do que seria normal, está também a consumir os pneus. Além disso, conduzir de forma agressiva, com muitas revoluções, afeta normalmente o funcionamento do motor. E recorde: não deve forçar o arranque até ter aquecido convenientemente.

Se, pelo contrário, gosta de passear sem forçar o carro, pode também provocar uma avaria. Por exemplos, há pessoas que circulam sempre numa mudança longa para não gastar combustível: isso significa que o carro não está a trabalhar na sua capacidade ideal de consumo e potência, o que pode danificar peças importantes (e caras) do carro como a cambota.

Conduzir na reserva

Muitos condutores levam o depósito até ao último milímetro, nalguns casos para não ter que ir à carteira antes de tempo e noutros para não ter que ir até uma bomba de gasolina. Mas, para o carro, ambos os motivos são de evitar por várias razões: por exemplo, obriga o motor a utilizar os resíduos gerados pela gasolina e que se acumulam no fundo do depósito; ou, nos veículos com injeção eletrónica a bomba de combustível está dentro do depósito e deve estar suficientemente lubrificada e protegida.

Não usar bem os travões

Há condutores com o pé pesado no que toca aos travões sobretudo nas estradas de montanha, o que provoca um desgaste excessivo quer das pastilhas quer dos discos. O melhor é ir utilizando a caixa de velocidades para travar o motor para evitar pisar o travão constantemente e assim conservar este elemento delicado do veículo.

Noutros casos, o problema é exatamente o contrário: não travar quando se enfrentam as irregularidades que pululam nas nossas estradas. Passar por cima destas armadilhas pode afetar gravemente o nosso veículo, seja a parte inferior do carro, a suspensão ou os pneus.

Cinco conselhos para limpar o seu carro

Ainda que não o saiba, passa o verão inteiro a danificar a pintura do carro. Esta epiderme é a última barreira entre o metal e a força dos elementos e por isso, mais do que pela estética, a pintura é de grande importância para a longevidade do automóvel. Chegado o verão, é altura de redobrar a nossa atenção.

Terra

É uma imagem recorrente a cada agosto: um carro completamente coberto de areia e poeira, com uma inscrição jocosa feita à mão – “lava-me…” Pode parecer um problema menor mas é a última coisa que o nosso carro precisa depois de ter passado as últimas semanas aos saltos em estradas secundárias. A areia funciona como uma lixa que pode deixar marcas inclusivamente depois de lavado. Utilize um espanador suave para tirar a maior parte da poeira antes de aplicar cera ou polir.

Árvores

Quando deixa o automóvel no pinhal ou no estacionamento da praia, fica à mercê da resina das árvores em redor que, nesta época, “suam” com o calor. Como forte adesivo que é, a resina tem o potencial de deixar marcas na pintura e se só limpa com água, tem a tendência de espalhar-se por zonas ainda maiores. Neste caso, use apenas álcool mineral e, a seguir, uma passagem de cera.

Água e fogo

É também nesta altura que notamos mais a presença dos aspersores que há nos jardins por esse país fora. Uma salpicadela rápida e refrescante é agradável e inofensiva para nós mas não para a pintura do carro. Os minerais da água fundem-se com a tinta e, se não prestarmos a devida atenção, podem deixar marcas que são facilmente visíveis que podem mesmo levar a que seja preciso recorrer a um especialista.

Em contraste, é no verão que temos também a infelicidade de conhecer bem os incêndios florestais. O vento e a humidade transportam as cinzas, que são alcalinas e capazes de estragar os acabamentos de qualquer pintura. Resista à tentação de tirar com a mangueira e procure uma lavagem profissional depois de um incêndio na sua zona.

Combustível e alcatrão

Ao encher o depósito, as gotas de combustível que caem são uma forma segura de danificar a pintura. Se não prestarmos atenção, a gasolina pode deixar marcas quase impossíveis de tirar nalguns acabamentos. A solução é simples mas requer destreza: um pano de microfibras e um pouco de sabão líquido.

Além disso, o verão é também a melhor época para fazer obras na estrada, já que é quando menos chuva cai sobre o asfalto. Por isso, quando encontrar uma secção de estrada que esteja a ser asfaltada deve tomar uma precaução: para além de circular devagar, deixe o máximo de distância que puder do carro da frente para que não seja atingido pelo alcatrão que há na zona. É uma substância que custa muito a tirar da carroçaria pelo que deve lavar o carro o mais rapidamente possível assim que terminar a sua viagem.

Insetos

Não podemos acabar esta lista sem um dos sinais mais evidentes de que acabámos de chegar de viagem: a quantidade de insetos mortos no para-brisas e no capot. Se no vidro é fácil de resolver com uma mangueirada rápida, as marcas na pintura são mais exigentes. Os restos de animais são ácidos e corroem a pintura se não lavarmos o carro quanto antes com um bom detergente e um pano suave.

Não se esqueça! Para além do protetor solar que leva na bagagem de férias, não esqueça a atenção de que o seu carro precisa e evite erros básicos de manutenção de forma a prolongar a vida útil do automóvel. Ao fim e ao cabo, é um companheiro que terá durante muitos e bons verões.

Good Year Kilometros que cuentan