Mobilidade: Soluções last mile para chegar ao trabalho sem stress

Scooters, bicicletas, trotinetas. Todos eléctricos estão a revolucionar a mobilidade em Lisboa. Mas também pode ter os seus próprios equipamentos ou combinar com outros transportes públicos.

Sabe o que são soluções last mile no que toca aos percursos pendulares casa-trabalho? É uma alternativa a utilizar o carro particular ao longo de todo o percurso. Viva a mobilidade!

O objetivo iniciativa Last Mile é incentivar os cidadãos a fazer apenas uma parte do percurso de carro, deixando parte do trajeto – o início ou o final a cargo da sua própria força motriz ou de outro transporte público.

Em Lisboa, estão a surgir várias opções de mobilidade elétrica desde bicicletas a scooters passando por automóveis e, mais recentemente, trotinetes partilhadas.

Mas há muitas outras alternativas, algumas das quais pode levar no porta-bagagens. Até porque aqueles meios elétricos podem não ser alternativas adequadas ao seu modo de vida. Por isso, se não quiser entrar na onda da mobilidade compartilhada aqui estão cinco soluções que o podem ajudar a fazer aquela última parte do percurso entre o seu veículo e o seu posto de trabalho.

Opções para todos os gostos

Deste modo poderá estacionar um pouco mais longe do habitual, num local provavelmente mais barato ou até mesmo gratuito e fazer calmamente o resto do percurso de bicicleta – consoante o tamanho do seu porta-bagagens poderá optar por uma bicicleta dobrável ou não, trotineta ou até mesmo de patins.

Outra sugestão é, naturalmente, ir a pé. Se o percurso for de até um quilómetro ou até mesmo dois, consoante a sua forma física, e inclinação do mesmo, não será complicado terminar (ou começar) por andar.

Para percursos um pouco mais longos poderá optar por serviços de Táxi ou um dos novos serviços de transporte por meio de automóveis particulares, como é o caso mais mediático da Uber.

E claro, pode sempre optar pelos transportes públicos mais tradicionais como o autocarro, o metropolitano, o comboio ou o barco. Tudo depende de onde mora e de onde trabalha. Se deixar o automóvel junto a uma estação de comboio que o leva até perto do trabalho, não há motivo para levar o seu veículo até à sua secretária.

Naturalmente, convém fazer as contas, porque como em tudo, há vantagens e desvantagens. Se comparar o preço por quilómetro do seu automóvel com o de um passe de transportes públicos não se esqueça de contabilizar também os custos das revisões, inspeções ou seguros

Combinar bicicleta com transportes públicos

Alternativamente pode também combinar a bicicleta com outros transportes públicos como o metropolitano ou os autocarros – onde é permitido, naturalmente.

É que por vezes uma pessoa vive demasiado longe da estação que pretende para ir a pé, saindo proporcionalmente demasiado caro e de transportes públicos ou carro particular.

Um dos motivos que leva as pessoas a fazer este tipo de combinação é acelerar o tempo de viagem, evitando o tráfego intenso nas principais vias urbanas.

Até porque, as cidades têm de se reinventar. O design urbano afeta o comportamento da sociedade e as autarquias têm de entender as vantagens que o tráfego pedestre melhorado pode também contribuir para a redução do tráfego automóvel, tornando as viagens mais confortáveis para quem precisa de facto de ir no seu transporte próprio.

Ao optar por poupar o seu carro durante a semana, poderá tê-lo preparado para o que realmente importa, passear ao fim-de-semana com a sua família, amigos ou cara-metade. E, para sugestões, basta consultar as rotas e escapadas do Quilómetros que Contam ou as ideias para passar umas belíssimas tardes com os seus filhos.