Música ao volante: os novos talentos de 2017

A colheita deste ano já terminou e é altura de espreitarmos o “vinho novo” que enche agora as ondas da rádio. Conheçam 10 novos artistas que encheram o nosso ano de boa música!

Mais um ano, mais uma colheita de novos talentos! Em 2017 assistimos ao aparecimento de muita música nova e jovens artistas a confirmarem o seu valor. Quer seja o álbum de estreia ou a confirmação do seu potencial, as playlists de 2017 trouxeram bastantes nomes mais ou menos desconhecidos para a ribalta. A colheita deste ano já terminou e é altura de espreitarmos o “vinho novo” que chegou à rádio. Conheçam 10 novos artistas que encheram o nosso ano de boa música!

Charli XCX já tinha algum reconhecimento no Reino Unido, fazendo parte da cena rave desde 2008. Apesar disso, foi com as suas colaborações com Rita Ora, Icona Pop ou Iggy Azalea que ganhou relevo internacional. Em 2016 lança segundo álbum, mas foi com este Boys, da mixtape de 2017, que entrou definitivamente para as playlists.

Os dois irmãos dos Rae Sremmurd já estão a atacar terceiro disco, ao mesmo tempo que gravam discos a solo. Contudo, e já com nºs 1 no C.V., Perplexing Pegasus foi o primeiro impacto real que tiveram no nosso país. Vale a pena estar atento ao próximo disco do duo que deverá repetir a produção de Mike Will Made It.

Já com diversas mixtapes na discografia, SZA arriscou finalmente o disco a solo. Em Drew Barrymore juntam-se elementos de hip hop, R’n’B e Soul, mas com uma tónica pop. Os arranjos de cordas, um refrão melancólico e a voz de SZA fazem deste single um dos preferidos de 2017.

Do grime às raízes cubanas

Stormzy já é um nome relevante na cena grime britânica há alguns anos. Contudo, o seu álbum de estreia, Gang Signs & Prayer, foi só lançado no princípio de 2017. Chegou a primeiro lugar no top do UK e foi o primeiro álbum de grime a conseguir tal feito. Lay me Bare ajuda a perceber o fenómeno: com o hip hop no coração, o reconhecimento internacional é inevitável.

Depois de abandonar as Fifth Harmony, Camila Cabello está a desbravar uma carreira em nome próprio. Depois de colaborar com Shawn Mendes e Machine Gun Kelly, é com Crying in the Club que se apresenta a solo. É uma espécie de viagem emocional que conta o percurso entre a “luz e a escuridão” da cantora cubana.

Aos 16 anos, Dua Lipa começou a receber a atenção merecida pelas suas covers de outros artistas no YouTube. Em Junho deste ano lançou finalmente o seu álbum de estreia e o sucesso foi imediato. Sete singles, entre os quais este Be The One, fizeram da cantora um dos fenómenos quentes do ano.

A vitória num concurso televisivo sueco foi o pontapé de saída para Zara Larsson. Nos países nórdicos já é um valor seguro desde 2013, mas só lançou o álbum internacional em 2017. I Would Like é um dos oito singles de So Good, que já tiveram vários números 1 em ambos os lados do Atlântico.

Novatos e veteranos

Depois de colaborar com o mestre da Tropical House, Jonas Blue, JP Cooper tem, finalmente, álbum de estreia no mercado. Raised Under Grey Skies foi apresentado com September Song ainda em 2016, mas só foi editado depois do verão deste ano. A toada é próxima de muitos exemplos que têm saído do Reino Unido nos últimos anos, o que quer dizer que tem potencial ainda para crescer muito.

Os One Direction já se dividiram em diversos projetos a solo e Niall Horan não é nenhum novato. Apesar disso, o seu álbum de estreia só saiu em Outubro de 2017, apresentado por This Town e este Slow Hands. O efeito de contágio foi imediato, o tema já está a subir nas tabelas, e Horan começa a provar-se como um artista mais versátil.

Três irmãs, Este, Danielle e Alana, com o apelido Haim são o resultado de uma família de tradição musical. O primeiro álbum passou relativamente despercebido pelas rádios nacionais, mas I Want You Back está a obter outro tipo de atenção. É um pop rock muito clássico, à maneira americana, e o segundo disco, já de 2017, começa obter também atenção na Europa.