As melhores rotas do sul de Portugal

31 Janeiro | 2020 | Goodyear

Apresentamos uma seleção das melhores rotas pelo sul publicadas no blog da Goodyear

Há muito para descobrir no sul do nosso país, das praias do litoral alentejano às serras do Algarve, sem esquecer o sempre soalheiro interior do Alentejo. Deixamos-lhe uma seleção das melhores rotas publicadas no blog da Goodyear.

Baixo Alentejo: onde é sempre primavera

No Baixo Alentejo o horizonte não tem fim. Cor, Sol, temperaturas agradáveis – pelo menos na maioria do ano – compõem o ambiente que se sente. O ritmo das estações faz-se sentir. Afinal, os campos fazem questão de nos passar essa mensagem. Por vezes lavradas, por vezes verdes, por vezes em tons de pastel, a paisagem vai-se alterando ao sabor das estações.

A produção é variada: cortiça, azeitona, trigo, uvas. Bovinos, caprinos e suínos. Além dos animais de criação, há também espécies cinegéticas que vagueiam pelos montes. Javalis, coelhos, lebres, perdiz. Cães de caça acompanham os seus donos na época determinada por lei. Para proteger os rebanhos dos animais selvagens, rafeiros alentejanos patrulham os campos.

A gastronomia é património da humanidade. Na mesa não pode faltar o pão. As ervas aromáticas dão sabor aos pratos típicos. Sopas, migas, ensopadas, açordas, carne, peixe, queijos, presunto são apenas algumas alternativas. E para acompanhar: vinho alentejano.

Uma rota com passagem por Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Odemira, Ourique, Aljustrel, Ferreira do Alentejo, Alvito, Cuba, Beja e Serpa.

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Costa alentejana: uma maravilha também em época baixa

Uma proposta que passa pelo regresso à costa alentejana para descobrir propostas especiais, numa época em que os preços estão mais acessíveis. É que há muito para conhecer, mesmo quando está frio.

Até porque, as temperaturas mais amenas permitem desfrutar de passeios e estadias com custos mais acessíveis para a maioria das carteiras.

É a época baixa, o que significa que deste modo, poderá fugir das multidões e aventurar-se numa escapadinha numa região de beleza natural inigualável e um ar que parece rejuvenescer. No portal que prima por explicar como se trata do seu automóvel, arriscamo-nos a utilizar uma metáfora: o litoral alentejano é o sítio ideal para recarregar as suas baterias.

As opções para passar algum tempo no litoral alentejano são muito, mas mesmo muito variadas. Depende, claro, do gosto de cada um e da capacidade de alinhar em experiências com mais ou menos adrenalina. Visitas a museus e monumentos, passeios a pé, de bicicleta ou em jipe pela natureza ou algo mais emocionante como atividades aquáticas, desportos ao ar livre são algumas das possibilidades.

 

Rota Transalgarviana: Algarve da Costa Atlântica à fronteira com Espanha

Começando junto ao Atlântico e seguindo até à fronteira com Espanha, a rota Transalgarviana é uma delícia, uma das estradas mais bonitas do país com passagem por antigas aldeias. Assim, não percamos mais tempo. Conheça-a connosco!

Pode começar por Aljezur e rumar à fronteira ou por Alcoutim e seguir em direção a oeste. Em qualquer dos casos irá percorrer de lés a lés o interior da região mais a Sul de Portugal por uma das mais belas estradas do país. São quase 200 quilómetros entre a costa e a fronteira. Então, durante três dias poderá ziguezaguear pela serra de Monchique e perder-se na Serra do Caldeirão. As paisagens são deslumbrantes, o calor, aperta e, na generalidade do caminho, poderá olhar para o horizonte e ver o mar. Estará longe, mas perto, daquilo que melhor define o Algarve: as suas águas.

Opcionalmente, poderá optar pela Via Algarviana, a pé, ou em BTT, nem que seja como complemento da viagem. É, igualmente, o território do medronho e da sua aguardente suave e gulosa. Uma rota com passagem por Aljezur, Silves, São Bartolomeu de Messines, Alte, Salir, Cachopo, Martim Longo e Alcoutim.

As serras Algarvias, uma rota por miradouros e cascatas

As serras algarvias, uma rota por miradouros e cascatas

Nada falta a sul do país. Para lá da praia e do barrocal, as serras algarvias são o último reduto de um Algarve genuíno e convidativo. Depois da costa e do barrocal, há um “terceiro Algarve”. As serras algarvias representam a fronteira com o Alentejo mas trazem já paisagens e experiências bem diferentes. Longe dos extremos da vida serrana nas beiras, não deixam de ser uma visita a um Algarve genuíno e honesto. Não precisamos de subir muito para encontrar vistas que o comum veraneante nunca espreita. Por isso, agarre no carro e venha fazer esta rota entre saberes e sabores, pelos montes e vales das serras algarvias

Uma viagem que passa pelo Espinhaço do Cão, Bravura, Fóia, Caldas de Monchique, Picota, Penedo do Buraco, Barranco do Velho, Aldeia do Cachopo, Alcaria do Cume e Quinta do Marco.

De Moura a Barrancos, rota pelo sol do Alentejo

De Moura a Barrancos, rota pelo sol do Alentejo

Moura, Amareleja e Barrancos guardam tradições muito próprias, expressões e formas de falar únicas, que criaram aqui um Portugal diferente e original. Em redor, a paisagem alentejana dos sobreiros e oliveiras mantém-se relativamente intocada, só perturbada pelo nascimento do Alqueva, a norte, sempre belíssima e pacífica como a conhecemos desde sempre. Para um fim de semana gastronómico, uma road trip relaxada ou uma escapadela à procura de monumentos e locais históricos, espreite as nossas recomendações para uma rota entre Moura e Barrancos.

Mesmo depois de entrar em Portugal, o Guadiana continua a ser uma fronteira que cria uma das regiões mais originais do país, nascida na sua margem esquerda e estendendo-se até Espanha. O rio e a distância foram responsáveis por algum do isolamento de Moura, Barrancos ou Serpa, que acabaram por aproximar estas populações do país vizinho e, ao mesmo tempo que resultaram em expressões e tradições muitos próprias, fizeram nascer uma raça de alentejanos particularmente orgulhosa.

A presença do rio ofereceu a fertilidade necessária para que o povo subsistisse ao longo dos séculos com suficiente autonomia e os alentejanos souberam usar essa vantagem em seu favor. Um passeio por Moura, Aldeia da Estrela, Amareleja, Safara, Serra da Adiça e Barrancos.

Métrtola

Minas de São Domingos: a tradição mineira e a fronteira

A Mina de São Domingos é um local verdadeiramente intrigante: a região guarda ainda as ruínas das velhas instalações de extração, mas tem um passado muito mais profundo e que parece, tal como as pirites, brotar da terra a cada passo. Encontram-se vestígios que vão até ao neolítico, lendas de mouros e da reconquista cristã, mas, acima de tudo, sente-se bem a presença do Guadiana e de como o rio marca a vida por onde passa. A Goodyear agarrou no carro e foi até ao Parque Natural do Vale do Guadiana visitar São Domingos, Mértola e Pomarão, na linha que separa Alentejo e Algarve.

Na transição entre o Baixo Alentejo e o Algarve, a planície vê-se subitamente interrompida pelo Guadiana e pelas escarpas que foi marcando ao longo do seu vale. Mas não é só o contraste entre entre a essência alentejana e a serra algarvia que marca esta região já que, para Leste, fica a Andaluzia espanhola e o ecos de antigas histórias de contrabandistas. Personagem sempre presente, claro que também havia aqui uma Moura Encantada…

Uma rota que nos transporta através de locais como Achada do Gamo, Santana de Cambas, Mértola, Giões, Afonso Vicente e Pomarão.

Good Year Kilometros que cuentan